sexta-feira, 3 de junho de 2011

Auto-avaliação

Nossa, como passou rápido!
Lembro que quando fiz minha matrícula fiquei animada com a possibilidade de aprender a fotografar, porque durante o semestre eu tive certeza de que não sabia, nada! Porque fotografar não é simplesmente pegar uma câmera, mirar num objeto e disparar, não, isso se faz com um revólver. Com a câmera você olha, estuda, PENSA e só então apreende a imagem. Às vezes sai horrível e você pensa: "Que abertura ridícula foi essa que eu usei?" Às vezes sai incrível e você pensa: "Uau, tô aprendendo, tô aprendendo!"

Fotografar não é fácil, passei por vários desafios, me frustrei no começo quando via fotos maravilhosas de alguns colegas e achava as minha tão pobres, comuns... Depois fui pegando o jeito, as noções de enquadramento fizeram TODA a diferença, as perspectivas, as possibilidades... Só falta trabalhar com foco, mas pra isso é necessário ter "a" câmera certa, nem as da faculdade podem fazer isso, tadinhas...

Fotos borradas, texturas, padrões, com plongé, plano geral, moldura... Adorei tudo isso! A fusão intencional me estressou bastante, mas um dia eu chego lá. O importante é que a cada nova atividade eu aprendia mais, tentando colocar a teoria em prática. Foi difícil? Sim. Foi fácil? Às vezes. Foi prazeroso? Com certeza!

Hoje vejo elementos fotográficos em tudo e acho que estou enlouquecendo (meu namorado já tem certeza disso), mas umas das maiores lições eu acho que foi o fato de que quando você tem que fotografar algo, você precisa fazer VÁRIAS fotos pra conseguir a melhor (confesso que na primeira atividade, Alene pediu 2 e eu só fiz 2. Tolinha!). Posso não ser fotógrafa e nem tenho essa pretensão, mas acho que já posso mudar o nome do meu blog pra EU, OPERATOR.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Padrão, textura e fusão

Essa atividade foi deliciosa em alguns aspectos e tortuosa em outros. Adorei fazer as fotos de padrão e textura (essa em especial), mas a fusão em deu dor de cabeça simplesmente porque, a meu ver, uma foto de fusão intencional só fica realmente boa quando o evento em questão é espontâneo. Criar uma situação fica extremamente fake, mas... Eu tinha que fazer.

Para a foto com padrão (o que se repete, pelo formato, pelas cores, pela estrutura), eu utilizei antigas carteiras em uma sala de aula. Utilizei ISO 100, shutter 15 e F 3.5.

A foto com textura foi a minha preferida. Nessa eu usei limões que têm essa casca bastante rugosa, ISO 400, shutter 15 e F 3.5.

Bom, isso não é a ideia mais maravilhosa de fusão intencional que se pode ter, mas foi o que eu consegui. A intenção foi fazer uma alusão ao cogumelo do video game Super Mario, ou seja, o orelhão na cabeça de Victor seria a parte superior do cogumelo. Sinceramente eu achei que ficou podre (ou paia, como diz Fabiana), mas não consegui fazer nada melhor.
Foram utilizados: ISO 400, shutter 500 e F 3.5.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Foto borrada

Essa foi, sem dúvida, a atividade que eu mais gostei de fazer porque a técnica é bem simples e o efeito da imagem é in-crí-vel!
Utilizei um casaco vermelho na primeira, uma apostila na segunda e apenas corri na terceira.




Fica fácil fotografar quando você sabe o que está fazendo.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Atividade de Enquadramento

Essa atividade foi feita desde o mês passado, mas não foi publicada porque deveria ter sido refeita. Como não foi, estou postando agora os conceitos de enquadramento aprendidos em sala de aula e aplicados posteriormente. Contei com a ajuda de Aline e Thaise para a composição dessas fotos.

Grande Plano Geral (GPG) – O ambiente é o elemento primordial. O sujeito é um elemento dominado pela situação geográfica. Objetivamente a área do quadro é preenchida pelo ambiente deixando uma pequena parcela deste espaço para o sujeito que também o dimensiona. Seu valor descritivo está na importância da localização geográfica do sujeito e o seu valor dramático está no envolvimento, ou esmagamento, do sujeito pelo ambiente. Pode enfatizar a dominação do ambiente sobre o homem ou, simbolicamente, a solidão.

Plano Geral (PG) – Neste enquadramento, o ambiente ocupa uma menor parte do quadro: divide, assim, o espaço com o sujeito. Existe aqui uma integração entre eles. Tem grande valor descritivo, situa a ação e situa o homem no ambiente em que ocorre a ação. O dramático advém do tipo de relação existente entre o sujeito e o ambiente. O PG é necessário para localizar o espaço da ação.

Plano conjunto (PC) - É um plano geral com enquadramento mais fechado. O corpo humano ainda aparece por inteiro, porém destaca-se a ação do sujeito.

Plano Médio (PM) – É o enquadramento em que o sujeito preenche o quadro - os pés sobre a linha inferior, a cabeça encostando na superior do quadro, até o enquadramento cuja linha inferior corte o sujeito na cintura. Como se vê, os planos não são rigorosamente fixados por enquadres exatos. Eles permitem variações, sendo definidos muito mais pelo equilíbrio entre os elementos do quadro, do que por medidas formais exatas. Ou seja, sujeito ou assunto fotografados estão ocupando boa parte do quadro, deixando espaço para outros elementos que deverão completar a informação. Este plano é bastante descritivo, narrando a ação e o sujeito.

Plano americano (PA) - O enquadramento é dos joelhos para cima. O nome é por causa que este enquadramento foi muito usado nos filmes de Hollywood nas décadas de 30 a 40.

Primeiro Plano (PP) – Enquadra o sujeito dando destaque ao seu semblante, gesto, à emoção, à fisionomia, podendo também ser um plano de detalhe, onde a textura ganha força e pode ser utilizada na criação de fotografias abstratas. Sua função principal é registrar a emoção da fisionomia. O PP isola o sujeito do ambiente, portanto, “dirige” a atenção do espectador.

Close Up - No enquadramento, o sujeito tem ombros e cabeça à mostra. O contexto é muitas vezes esquecido e a importância é totalmente dada ao rosto do sujeito, ressaltando sua expressão.

Plano de Detalhe (PD) – O PD isola uma parte do rosto do sujeito. Evidentemente, é um plano de grande impacto pela ampliação que dá a um pormenor que, geralmente, não percebemos com minúcia. Pode chegar a criar formas quase abstratas.

Fizemos algumas imagens do Mercado Municipal de Cachoeira nos planos mais abertos e eu fotografei as meninas nos planos mais fechados. No close up e no PD utilizei minha própria imagem (ou das minhas unhas).

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Conotação na fotografia

Jovem busca nos livros a fonte para o conhecimento

Para compor essa fotografia eu utilizei regra dos terços, enquadramento em plano médio, perspectiva contra plongé, foco em primeiro plano, ISO 400, shutter 50 e F 2.8. Na hora achei que tinha ficado com uma luz boa, mas agora vejo que não foi tanto assim (mais atenção da próxima vez).
Minha intenção foi dar uma conotação de que os livros são a melhor fonte de conhecimento que se pode utilizar, mesmo no mundo digital em que vivemos. Felizmente no CAHL contamos com uma biblioteca que, pelo menos a mim, tem servido muito mais que os computadores do laboratório.

Quanto ao aprendizado, sinto que estou avançando cada vez mais no meu entendimento de como se compõe uma boa fotografia. Já consigo ter a noção do que estou fazendo antes mesmo de disparar o flash.

sábado, 14 de maio de 2011

Elemento vivo, móvel e fixo

Fazer três fotos, cujo elemento em destaque, em cada uma delas, seja, na ordem a serem postadas: vivo, móvel e fixo. Todos utilizando regra dos terços e plano conjunto. Fazer legenda informativa.

Elementos vivos - seres humanos, animais e plantas em destaque.

Elementos móveis - veículos, efeitos da natureza que sugerem vida própria ou mobilidade.

Elementos fixos ou mortos - objetos sem mobilidade.

Paisagismo enfeita ruas da cidade.

Após a chuva, motorista derrapa na rua de pedras molhadas.

O novo coreto da récem inaugurada Praça da Purificação

Descobri que tenho dificuldades pra criar boas legendas, mas prometo trabalhar nisso. A foto do elemento móvel também não me agradou, mas foi o que eu consegui.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Legendadas

Imagem 1 - plano conjunto e regra dos terços.

Imagem 2 - primeiro plano e centralizado.

Coleta seletiva é um incentivo para a reciclagem.

Impacto ambiental pode ser controlado com a colaboração da população.